o diário

Eu sou Camilo Fróes. Não me considero um ativista da bicicleta, mas sempre que posso, vou de bike. E quase sempre posso.

Na maioria das vezes vale a pena. É barato. E me coloca em contato com a cidade de uma maneira muito interessante e nova. Muitas histórias foram surgindo à medida que eu ia reconstruindo e redescobrindo a cidade pedalando.

Histórias de ser e se sentir um híbrido de veículo e pedestre, de desestrutura da cidade para a bicicleta, de desafios, de agradáveis surpresas, de divertidas anedotas, de incômodas deseducações, de sentimentos de superação por ter feito um caminho particularmente difícil. Muitas histórias. Porque não escrevê-las?

Eu e meu veículo de tração animal.

Uma resposta para o diário

  1. Interessante o conceito do animal sendo usado como propulsor. Diria que todas as propulsões utilizadas no trânsito são animais. Uma BMW com seus 200 CV, uma Yamaha Vmax com seus 145 CV, some-se a isto o animal que coordena todos os outros…temos uma conspiração do poder coletivo comandado pelo superpateta que se acha melhor e maior que seu adversário…já de bike temos somente um animal e mesmo assim, se achando melhor que o animal bípede que se utiliza de um supertenis com molas propulsoras…
    Brincadeiras à parte, como posso montar uma filial do seu blog aqui no Paraná?

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