Ciclistas podem ser idiotas

Um dos grandes mistérios da humanidade, talvez o quarto segredo de Fátima, é que o gênio da lâmpada com infinitas possibilidades de informação pergunta: “qual o seu desejo, jovem ocioso na frente do computador?”.

Ele não quer aprender a cozinhar uma moqueca de camarão. Não quer aprender a fazer uma bomba caseira. Não quer dominar técnicas de  seduzir e conquistar.

Ele quer ver gatinhos fofinhos. E bebês risonhos. E outra bobagens.

É como usar um ônibus espacial para jogar Tetris. Isso é o usuário médio da internet. Lugar comum, eu sei, mas sempre impressionante.

Esse vídeo divertido de gatinhos serelepes mostra como gatos podem ser babacas.

Reuni minhas histórias prediletas de ciclistas babacas.

Essa eu vi:
Num dia de pedestre na Ladeira da Barra vi um simpático barrigudinho que vinha descendo a banguela ter que frear por causa de um carro que ia manobrar. Logo, nosso amigo ciclista também teve que frear, e imediatamente esbravejou um “sempre tem um feladaputa que estraga a- Porra!” – claramente se referia ao motorista que estragou a  descida. Não satisfeito com o chilique, ficou buzinando atrás do carro, até finalmente ter espaço para descer a ladeira.

Me contaram:
Do ciclista com uma buzina de ar-comprimido, aquelas que fazem barulho como uma buzina de caminhão, não só tentando abrir espaço entre os carros na base do grito, literalmente, como matando vários pedestres de susto por onde passa.

Essa eu vi e até contei aqui:
Um grupo de ciclistas, próximos a um semáforo com faixa de pedestre, resolvem atravessar uma avenida fora da faixa, usando o seu poder de grupo para interromper o trânsito e cruzar a rua calmamente, obrigando uma série de motoristas que já esperaram pelo sinal vermelho, a esperarem um grupo de pessoas que simplesmente decidiram não seguir qualquer norma e atrapalhar os outros.

Me contaram:
Sinal vermelho, pedestre solitária atravessa a pista, ciclista vem de lá e se esbarra na moça, derruba a bolsa dela no chão, dá um susto na cidadã que, com razão, não esperava ter que disputar aquele espaço com ninguém. Ela solta um sonoro “Porra!”. O ciclista parou abruptamente depois da faixa, olhou para trás e todo charmoso, disse: “Anota a placa”. E seguiu caminho. Campeão.

Gatos são fofinhos e merecem ser tratados com carinho. Não quer dizer que estejam sempre certos. Você que é um gato, faça a coisa certa.

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