Estive em Juazeiro

Peguei um avião para Petrolina, mas meu destino era realmente, Juazeiro.

Na saída do aeroporto para cruzar a ponte, 1, 2, 5, 10 ciclistas esportistas pedalando animadaços fritando no sol.

Fui acompanhar atividades do Centro de Cultura João Gilberto – a saber, Intercenas, com Clube de Patifes, Alisson Menezes e Maglore – e no dia seguinte o Conexão VIVO com Radio Mundi, Andranjos e Márcio Melo.

É a segunda vez que passo rapidamente por Juazeiro para ver acontecer um projeto de cultura, e a impressão em relação ao trânsito foi a mesma: é tão pouca gente circulando que não dá nem graça. Como em boa parte dos interiores nordestinos, a moto é uma opção muito frequente. Mas em Juazeiro, também, muitas bicicletas. Em todo canto tinha uma amarrada. O tempo todo. A cidade é plana e favorece.

A análise foi ligeira e de passagem, mas fica essa impressão de que, mesmo num lugar em que os problemas de trânsito são muito poucos, muita gente opta por pedalar. A maioria pessoas de idade, ou trabalhadores. Não me recordo de ter visto nenhum guerreiro das rodovias.

É bom de ver, essas coisas.

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