5 de agosto

Querido diário,

Estou me acostumando e me familirizando com o caminho para o Centro via Vasco da Gama subindo a ladeira do Orixá’s Center, sempre pela pista comum, sem a coisa de ir para a pista exclusiva de ônibus que eu fiz uma vez.

Lidar com esse tipo de trânsito, em que se tem que pedir passagem para atravessar a pista umas 8 vezes ao longo do caminho eu acho chato. Economiza-se mais menos 3 quilômetros em relação ao caminho da Orla, e vai-se subindo aos poucos, e a ladeirona final é bem mais branda que a Ladeira da Barra – se você não estiver indo para os Barris.

Mas você tem que lidar de maneira mais ativa, com os carros em avenidas que, com trânsito livre, as pessoas realmente andam a 65 Km/h, uma velocidade já praticamente extinta no trecho Rio Vermelho – Ladeira da Barra pela Orla.

O episódio singular, pitoresco e barriado de hoje, é: uma água fedorenta que parecia um vazamento de esgoto para a rua, no bairro do Rio Vermelho, tomou meia pista ali perto da Fogo de Chão. Nossas bicicletas não têm paralamas, e mesmo se tivessem não resolveriam muito, uma vez que o ônibus que passou garantiu uma contaminação nas pernas e nos pés daquela água totalmente fedorenta. Sorte já estar perto de casa, fomos direto para o banho, mas como as bicicletas não ficam na garagem, e sim no meio da sala, o olor reverberou um pouquinho dentro de casa.

Um terror.

É, é isso mesmo, bicicleta as vezes é um problema. Mas tudo bem. Outros veículos têm seus barris também.

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