21 a 26 de junho

Querido diário,

Nesse post tem caminho novo! Ê!

21 não teve bicicleta. Teve um casamento. Dia 22 teve uma grande ressaca. Grande. 23 e 24 viajei para festejar o tal santo. Dia 25 voltei.

25 tem uma conta que vence, e o Banco do Brasil está cada vez mais mal criado comigo. Eu tolerei por muito tempo que ele só me deixasse comprar recarga para o ceular de vez em quando, mas agora ele não quer me deixar pagar boletos. Um abuso. Um assédio. Um absédio. Completo. Então pedalei até a agência mais próxima, paguei e voltei. Nada a declarar sobre este passeio de 1,6 Km. Cheguei naquela fase em que pedalar é natural, é tranquilo, é moleza. Oswaldo Cruz, pra ir, fazer o retorno voltar pela mão, atravessar sem cair, tudo como quase sempre.

Dia 26, no entanto tinha compromisso vespertino no Canela. Já tinha ido para os prédios da Ufba de bicicleta, mas nos outros casos, eu já estava no Centro, então era mole. Agora eu sairia de casa e iria direto para a o PAC – Pavilhão de Aulas do Canela, sem estar no Centro antes. Decidi que iria pegar a conexão Orla-Garibaldi do Rio Vermelho, que eu gosto de chamar de batcaverna, por causa do morcegão de Bel Borba que tem na parede. Daí segui pela Garibaldi, mudei de Avenida rodeando o Largo Lord Cochrane com muita tranquilidade e em pouco tempo estava no Canela como se não fosse nada.

Eu tinha medo da Garibaldi. É, afinal, uma avenida e 70 Km/h, com espaço para isso. E nessa ida não vi ciclista nenhum. Isso sempre me dá uma certa insegurança, porque me sinto um desbravador solitário – ou seja: estúpido. Estou fazendo de bicicleta, um caminho que ninguém faz! Estarei errando? Não estava. Foi muito legal e tranquilo, com alguns trechos de sombra legais. Rolou um medinho do viaduto ali próximo ao Centro Médico do Vale, mas foi “niuma”, os carros respeitaram legal.

A volta foi bem diferente. Vários ciclistas, contornei o viaduto, saí da Calmon, voltei à Garibaldi, e como o sol estava forte, resolvi dobrar para a Adhemar de Barros, que é bastante sombreada e voltar para a parte em que me sinto mais confortável de pedalar, que é a orla. Não fui direto para casa. Parei para cortar o cabelo, e não tinha um lugar bom para deixar a bicicleta. Amarrei a parte debaixo do quadro num ferro no chão, tirei o banco, e entrei de banco em mão no salão. Talvez exagerado, mas, porque não exagerar?

Ainda dei uma saidinha para um lanche para a esposa. E 20h30 tinha reunião em Ondina. Então acabou que o dia foi intenso. Pedalar na Orla à noite é moleza.

Minha primeira pedalada urbana num sentido de aprendizagem, foi à noite. Recomendo aos iniciantes, desde que sinalizados. O clima ajuda, o trânsito está mais livre, a vida é mais fácil à noite. Voltei praticamente à meia-noite e o deserto total fez com que eu me sentisse o dono da rua. Passei na frente da Casa da Mãe, que bomba nas terças, e um amigo dos bons berrou meu nome. Foi engraçado. Esses caminhos todos de terça deram 23,2 Km. Bonzinho, né?

Segunda e terça somados: 24,8 Km. Total: 670,6 Km.

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