12 a 18 de junho

Querido diário,

Lá vou eu condensar uma semana.

Vamos testar essa memória toda. Terça, dia dos namorados, foi dia de gravação de Mê de Música, pra mim. O dia todo na rua, de carro pra lá e pra cá, sem futebol. A bicicleta estava na revisão, anda, na quarta, e só recuperei-a na quinta-feira, dia 14 de junho. Pedalei de volta para casa, feliz da vida de tê-la novamente. 800 m.

Mas quinta foi também um dia io cheio com gravações e quase nenhuma pedalada

Já sexta, sexta foi véspera de Baile Esquema Novo, dia de muitos telefonemas e corre-corre ajeitando tudo livrando o sábado e o domingo pra poder fazer a festa em paz. E o pedal? Nada.

Sábado, no entanto, fui à Boca do Rio. Sob a eterna ameaça de chuvas do inverno tropical de Salvador. 8,2 Km de ida de acostumada tranquilidade. Estava meio agoniado pra pedalar de novo. A ida foi sem surpresas. A única diferença é que fiz um trajeto longo esquecendo o capacete em casa. foram 22 minutos. 8,2 Km em 22 minutos dá uma média de ~22 Km/h! Muito bem, muito bom. Esse sou eu. Na volta, encontrei um ex-colega do ensino fundamental correndo na orla. Paramos, conversamos rapidamente. Ele ficou muito impressionado de saber que eu estava indo da Boca do Rio para o Rio Vermelho. Achou longe. Pessoal, 8 Km não é pertinho, mas também não é longe, né? E é tudo no plano, são elevações e declives super suaves. É tranquilo. Eu só me canso porque procuro pedalar rápido.
Nesse trajeto de retorno (mais 8,2 Km) sempre pego um trecho de contra-mão pela calçada quando a ciclovia termina. É um trecho realmente incômodo para mim em qualquer opção que eu faça. Se eu atravessar a rua para a Visconde de Itaborahy, são duas travessias de pistas de alta velocidade. Fora a ladeira. É uma ciclovia útil para mim, quando vou, mas péssimo enquanto volta. Tenho vontade de cortar para a Manoel Dias da Silva antes, em algum momento, e voltar por dentro, mas ainda não parei para pensar o melhor momento de fazer essa travessia. Então tenho feito essa contra-mão pela calçada, diminuindo super a velocidade e dando prioridade absoluta aos pedestres. Mas sempre me sinto errado nesse trecho. Até que eu chego até o retorno em frente ao Quartel de Amaralina, e me sinto mais cidadão fazendo o finalzinho do trecho pela Oswaldo Cruz.

Outra coisa que sempre acontece nesse trecho, na minha volta no sábado de tarde, é um futebol de praia. Organizado. Com times. E plateia. mais de cem pessoas, com certeza, toda tarde de sábado para acompanhar o futebol de praia de Amaralina. É um fenômeno.

Mais tarde, fui até o Sunshine organizar o Baile. Fui de táxi, para levar uma penca de equipamentos, voltei à pé. Depois fui de novo de bicicleta levando as últimas coisas e os últimos cabos. Voltei de bicicleta pra tomar banho e me aprontar para a festa. E fui de bicicleta de novo, arrumado, cheiroso. Subi as escadas com a GT e estacionei-a atrás do palco. 6h30 da manhã, quando a farra finalmente acabou, a maioria do material voltou na moto do sócio, e o restante foi na bike até em casa. Cada ida e volta dessa correspondem a 3 Km de pedalada. Foram 3 idas e vindas, totalizando 9 mil metros.

Domingo foi só de ressaca. Segunda foi re-regulando os horários e ânimos, sem pedaladas. Vamos ver o que acontece na terça.

Esses dias todos somados: 26,2 Km, Total:  638 Km

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