5 a 8 de junho

Querido diário,

Confusão. A Ufba está e não está em greve, alguns trabalhos acabaram e não acabaram, outros chegaram ao mesmo tempo e tem sido muito caos. A frequência do blog sofre com isso. Todo mundo que vive a vida sem horários passa, pelo menos uma vez por ano, por isso: um momento altamente contra-producente de desorganização e confusão mental.

Estou me organizando. Vamos pôr estas histórias em dia.

5 de junho foi uma terça. Saí, lembro bem, para almoçar, de bicicleta, com minha esposa lindona. Encontramos outros ciclistas que conhecemos no Massa Crítica que nem iam almoçar no Porto Caymmi (onde se pode estacionar bicicletas sem problemas) (1,5 Km ida e volta), mas nos viram e sentaram na mesa com a gente. Foi legal. O papo que rolou não foi de bicicletas. Foi um esquema mais Darwin, Lamarck, Marta Suplicy. À noite foi jogar bola, sem surpresas. Juracy à noite bem tranquila, futebol gostoso, cidade semi-deserta na volta. Aliás, teve uma pequena diferença: eu geralmente descanso uns 15 ou 20 minutinhos depois do jogo, antes de voltar pra casa. Fazia isso mesmo quando voltava de carona ou de ônibus. Dessa vez não descansei e voltei direto. É impressionante a diferença do fluxo de carros na Juracy, 20 minutos mais cedo. 22h30 para 23h é o momento da desertificação. 22h30 tem muito fluxo, ainda. 23h, não. Mais um motivo pra descansar depois do futebol (7,8 Km ida e volta).

6 de junho foi uma quarta. Acordei tarde e fui correndo para a Bibliotca Reitor Macêdo Costa encontrar uma colega de faculdade. Cheguei tarde. A colega tinha ido embora e eu fiz uma viagem de balde. É assim que escreve? Qual o sentido dessa expressão? Enfim. Fui e voltei de Ondina e não serviu pra nada. (9,4 Km ida e volta). Pedalada sem ocorrências, nada diferente da absoluta normalidade em relação ao trânsito. A minha sorte me premiou com uma bosta de passarinho na mão. Quais são as chances? Você pedala, um passarinho defeca, cai na sua mão. No dedo da aliança. Merda de passarinho em cima da aliança. O que isso quer dizer?

7 de junho foi uma quinta. Dia que o terceiro episódio do Mê de Música foi ao ar. Virei a noite revisando, esperando render, exportar, e fazendo upload para o Youtube. Fui e voltei de bike para a Fonte do Boi em plena madrugada, duas vezes (3 Km somando tudo). Aqui em casa é o lugar da internet boa, lá, a nossa ilha de edição provisória. Me atrasei para ir ao Teatro Vila Velha acompanhar o ensaio de Paparutas (19 Km ida e volta). Sem dormir direito, enfrentar a Ladeira da Barra foi um esforço pesado. Não me rendi. Passei por um pessoal geração saúde descendo a ladeira correndo. Gritaram palavras de incentivo. A volta foi um prazer incrível. O sol não estava tão forte, o vento agradável, aquela sensação de cidade maravilhosa que a orla da Barra me dá. Nesse dia eu percebi que a real solução para o trânsito de Salvador é fazer com que todos os dias sejam feriado. Em feriado o trânsito é facílimo, ninguém ia reclamar.

8 de junho foi uma sexta. Foi um dia esquisito. Não pedalei.

Hoje já é sábado dia da Festa A Bolha, e estou decidindo se vou para a Boca do Rio de bicicleta, ou não. Não quero pegar um trecho longo na chuva.

terça a sexta-feira, 5 a 8 de junho: 31,3 Km. Total: 586,3 Km.

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