25 a 28 de maio – 500 Km

Querido diário,

Retomei.

Não pedalar gera enorme desestímulo a vir aqui escrever simplesmente que eu não pedalei. E não pedalei não apenas por causa das chuvas, mas também por que Plutão se alinhou com Júpiter (lá ele) e fiquei com muito pouco tempo livre esses dias.

Sexta, 25 de maio foi mais um dia sem pedalar.

Mas sábado pedalei. Sábado repeti o trajeto do sábado anterior, de pegar a ciclovia para a Boca do Rio, com dois diferenciais enormes: 1 – eu já entendia o trajeto, tinha feito-o recentemente, não havia aquela sensação de descoberta, aquela atenção a cada novo detalhe do percurso. 2, não choveu. Nem um pouquinho.

Na “tiuria”, quando eu penso em pedalar, não conto muito vento como um dos fatores que influencia fortemente a pedalada. Isso porque eu sou um abestalhado. Vento conta muito. Fui sábado até o Multishop contra o vento e foi malhação. Um feitorzinho imaginário ficava na minha mente gritando “remem!”, e eu remava, digo, pedalava, temendo o açoite virtual.

Foi tudo diferente, na verdade, porque fui à tarde. E à tarde as pessoas não estão na orla cuidando da saúde. Não estão na praia jogando bola. À tarde, rapazes descalços e sem camisa estão sentados na calçada fazendo nada. Foi bem mais deserto e tinham essas figuras “perdidas” atrás do Aeroclube fazendo o quê? Não estavam me esperando passar, não mexeram comigo. Alguns poucos empinavam pipa, mas a vida social diminui sensivelmente depois do meio dia. 8,9 Km pedalando indo, 8,9 Km voltando. E ainda andei muuuito pela Boca do Rio por pedaços que eu nunca tinha visto antes.

A volta foi similar à ida. Com pessoas paradas no caminho só para te deixar meio paranóico em relação à sua segurança.

Domingo fiquei um pouco doente e não pedalei.

Segunda, ainda espirrando, fui para a aula, saindo 6h30, aquela coisa. 4,3 Km até São Lázaro, e depois dos compromissos acadêmicos, fui à graça. Portanto não subi a Padre Feijó. O trânsito estava intenso, e desisti de esperar uma brecha para subir a Euclydes da Cunha e decidi enfrentar a ladeira Comendador Horácio Úrpia Júnior. É uma ladeira tão miserável, que mesmo os motoristas evitam e fazem todo tipo de malandragem para subir pela Euclydes, mas não sobem por essa desgrama. É aquela que vai dar naquela academia famosa ali da Graça. Foi o teste de fogo absoluto da marcha mais leve de todas. A experiência teria sido um espetáculo de delícias não fosse o(a) motorista de um carro vermelho que deu uma buzinada “sai da frente seu moleque!”. Não foi só a grosseria do “sai da frente”, foram uns 4 tons. Peeeem, pem, pem peeeeeem!. Foi um “sai da frente” desqualificante. E eu não estava fazendo nada de errado. Nessas horas dá vontade de fzer coisas que não se devem fazer. Fiquei na vontade e terminei minha subida heróica. De lá para a querida Ladeira da Barra abaixo até em casa. São Lázaro => Graça + Graça => Casa = 10,9 Km.

Essa foi a segunda-feira no pedal.

Esses dias todos: 33 Km. Total: 529,2 Km

Ps.: só volto a dar destaque quando chegar aos 1000 Km, agora. Ou 1 Mm. Um Megâmetro. haha.

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Uma resposta para 25 a 28 de maio – 500 Km

  1. Sensação vai ser quando eu te vir subindo a Pe. Feijó, primo!

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