4 de maio

Querido diário,

Hoje foi recordes. Hoje foi o dia teste de gravações de vídeo de bicicleta. Consegui emprestada uma GoPro, uma câmera “de filmar esportes radicais”. Incrivelmente compacta, filma em HD, para gravar trajetos de bicicleta, e depois editar comentando. Se tudo der certo, um programinha de webTV ligado ao blog. Saímos, eu e Luciano Matos, que topou me acompanhar nesta empreitada, ainda cedo. Deu uma chovidinha no Rio Vermelho, mas nada demais. Encaixei a câmera e percebi que estava de cabeça pra baixo. Fiz tudo de novo, liguei e botei pra rodar. Fomos pela orla até a Ladeira da Barra. Ela! Subi todinha, a Caloi novinha de Luciano teve um problema com o guidon o que atrapalhou muito a subida, e ele ainda estava com uma mochila razoavelmente pesada nas costas. Não conseguiu subir de primeira. Depois, descobri que o teste deu errado. A GoPro não estava filmando, mas sim, tirando foto em sequência. mais de 200. Coisa de 12Gb de imagem. Separei algumas das mais legais. Imagina como ia ficar um vídeo disso? De lá, Luciano e sua bicicleta avariada seguiram para o trabalho, eu voltei para casa. De manhã foi isso. Ida e volta totalizaram 15,8 Km.

Na Rua da Paciência de manhã, trânsito super livre.

Descendo o Cristo. Tava cheio de carro na frente, não deu pra passar no embalo.

Essa é pra quem não é de Salvador =)

Era pra ser só 4 fotos, mas a Barra as vezes apronta umas imagens incríveis.

Debatendo soluções para todos os problemas do mundo em pleno trânsito.

A famosa ladeira da Barra e o Sol.

Depois do almoço fui à Juracy Magalhães fora do horário que eu geralmente vou. Sou acostumado a pedalar pela Juracy às 23h, é bem diferente do trânsito diurno. Fui visitar um local de  uma festa. Um ladeirão totalmente inesperado pra chegar no prédio. Suei. 6,6 Km a ida com a volta.

Voltei para casa e já era quase a hora de ir pra aula no Canela. Nunca faço esse percurso de bicicleta, porque o caminho me parece muito ruim para pedalar. Não tentei ainda encarar uma Garibaldi seguida de Reitor Calmon. Tenho algum receio. Fui, de novo, pela Cardeal da Silva. Ê subidinha… Mas a descida é boa. Depois subi a Caetano Moura, ali perto de arquitetura. Que maldade. aí foi só descer o Campo Santo e correr pro abraço. Do viaduto antes da Padre Feijó tem um caminho pedestre. Fui empurrando. Na volta, fui do Canela para a Graça subindo mais ladeiras malignas, só para poder descer a Ladeira da Barra – pela segunda vez hoje – e voltar pela orla, meu caminho preferido. Perceba que a ida foram 5,1 Km, e a volta apenas exatamente o dobro: 10,2!

E acabou? Nada. Reunião sem hora para acabar no Rio Vermelho, quem poderá nos salvar? O pedal. Mais ladeira do mal. O trabalho só terminou muito tarde, mas aparentemente deu tudo certo. Foi um quilômetro para ir, outro para voltar. Estou exausto.

Quando fui para o Centro de manhã, deveria ter aproveitado para comprar cabos e tornar o passeio útil. Isso de pedalar pelo prazer de pedalar não me atrai. Eu gosto de ir aos lugares porque tem alguma coisa lá pra mim. Devia ter aproveitado, perdi, vou ter que ir no Centro amanhã de novo. Vou tentar filmar de novo. Quem sabe dessa vez?

Sexta-feira, 4 de Maio: 37,9 Km. Total: 341,9 Km.

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