30 de março – 2 anos da Bicicletada

Querido diário,

Hoje, o compromisso que me tiraria de casa às 16h40 foi cancelado. Daí, não pedalaria. Mas acabou que pedalei.

Toda última sexta-feira do mês tem Pedalada Massa Crítica. Um movimento transnacional tal qual a McDonald’s, que se alastra por várias cidades do planeta. Então, hoje teve. Não sabia, no entanto que eram 2 anos da bicicletada de Salvador.

Saí de casa 19h para Largo da Mariquita, onde se concentram os participantes. 800 m. Sem chuva. Clima amigo. Umas 800 pessoas estavam cometendo a calourada da UNIFACS. Barulheira, juventude, álcool, polícia, aquela coisa, que atrapalhou um pouco a concentração e o clima antes da saída. O destino foi escolhido: Santo Antônio. Disposição e força no pedal. Não lembro que horas saímos. Depois das 20h, acredito. Paramos no Terreiro de Jesus, fazendo caminho que eu nunca tinha feito pela Vasco da Gama e subindo o Orixás Center. 7,3 Km. De galera é completamente diferente, né? Ainda mais galera militante que interrompe trânsito, puxa palavras de ordem, teve até um grupo de jovens empreendedores fazendo propaganda de uma oficina mecânica de bicicletas ao longo do percurso.

No Terreiro teve comidinhas, parabéns e sorteio de um pisca-pisca que minhas esposa ganhou! AÊ! Alguns queriam seguir para o Santo Antônio pelo Pelourinho, outros decidiram que já bastava de aventura e voltaram pra casa. Eu estava neste grupo.

Saímos 21h50, mais ou menos. Até em casa, por um caminho que eu particularmente não gostei – preferia ter descido pela orla – chegamos em casa depois de 10,4 Km. O caminho pela orla teria sido ainda mais longo, mas sem ter que atravessar rua, se preocupar com trânsito, seria como uma grande reta. Mas tudo bem também.

A ida e a volta foram tranquilas. Registrei uma única buzinada grosseira. A imensa maioria das manifestações foram de apoio por parte de pedestres e motoristas. O grupo se dispersou muito para a volta, e não tínhamos mais o poder de parar trânsitos e não cantávamos. Apenas voltamos para casa.

Foi minha primeira Massa Crítica e me vi um pouco surpreso. Na minha imaginação haveria muito mais rigor com o cumprimento da lei por parte dos ciclistas e uma postura de  segurança em primeiríssimo plano. Na ida foi quase assim. Mas na volta, quando os grupos se dispersaram em pequenas turmas, muitas infrações, e vários pequenos riscos desnecessários.

Se puder, vou na próxima, mas vou fazer tudo do meu jeito. Exageradamente seguro, e mais próximo que eu conseguir do cumprimento da lei de trânsito. 100% não dá pra ser, já que a própria cidade não permite.

Fato curioso: fiz o percurso inteiro sem trocar marcha. Fui na pesada o tempo todo.

Sexta-feira, 30 de março, 18,5 Km. Total: 95,2 Km.

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