28 de março

Querido diário,

Saí hoje às 6h50 para a faculdade, com minha esposa. 4,3 Km. Sol. Mas não muito sol. Por qualquer motivo, pedalamos de extremo bom humor, fazendo dancinhas e tudo. Foi ótimo. O melhor, no entanto, é que no Largo de Santana, aguardando uma brecha para poder atravessar a pista, um ônibus da empresa BTU simplesmente se atravessou na pista e esperou a gente atravessar a rua e depois seguiu o seu caminho. Fomos na frente do ônibus, e quando ele passou por nós, deu uma buzinada amiga. Me senti num desenho animado da Pixar, num mundo de harmonia e felicidade.

Tem uma coisa de pedalar um pouquinho e subir um ladeirão, suar um pouco e então chegar para assistir aula às 7 da manhã que é: o café para a primeira aula está dispensado. Meu rendimento matinal é praticamente nulo e eu assisto as aulas com bem pouca vontade de estar acordado. Mas chegando pedalando, o corpo acorda mais acordado, e a primeira aula eu assisto bem. O sono volta às 9h, só, quando recorro a reforço do café. Quer dizer, se eu fosse contabilizar a economia que a bicicleta proporciona como contabilizo os quilômetros, isso entraria na conta, também.

O encaixe da lanterna frontal soltou. Acho que tinha um rosquinha ali e caiu? Não sei. Tá solto. Não soube resolver. Tem que ver isso.

Saí antes da segunda aula do dia terminar para um compromisso no Teatro Vila Velha. Acho que saí 10h20 de São Lázaro e fui por um caminho novo. 2,8 Km. Caminho novo quer dizer problemas novos. No fim da descida da Ladeira do Campo Santo o ônibus em frente freou muito rápido e sem me dar espaço à sua direita. Me refugiei na calçada vazia, mas a calçada tinha um degrau. A roda da frente desceu o degrau no finalzinho da freada, caí da bicicleta. Por sorte, uma das minhas grandes habilidades é cair. Ninguém se machucou. A bicicleta também está tranquila. A subida da Padre Feijó é difícil, mas eu imaginava muito pior do que realmente foi. No forte de São Pedro um carro diminuiu e virou à direita em cima de mim para estacionar. O melhor é que não só o carro não me viu, como o flanelinha também estava garantindo que a pista estava livre. Só que… Eu estava lá. Tive que frear forte pra não colidir com o carro. Fez barulho de derrapada e tudo. Eu estava certo, sinto muito senhor carro, a preferência é SEMPRE, EM TODOS OS CASOS, do ciclista à direita da pista. O senhor espera, OK? Pois bem. Quando vi que ele parou de fato, segui em frente. Nem olhei para o motorista. Andar no centrão é mais caótico.

A coisa se estendeu. Era pra eu ter saído do Campo Grande 12h00, mas só consegui mesmo 12h45. Peguei a orla e fui pra casa. 9,2 Km.

O resto do dia teve mais deslocamento urbano, mas de carona.

Quarta-feira, 28 de março, 16,3 Km. Total: 76,7 Km.

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